sábado, 20 de setembro de 2008

Livros: Luiz Fernando Veríssimo

Só anotando uns links:

http://portalliteral.terra.com.br/verissimo/

http://www.esnips.com/_t_/luiz+fernando+ver%C3%ADssimo?q=luiz+fernando+ver%C3%ADssimo

20 de setembro



Não poderia deixar passar esse die em branco...


Essa é a bandeira da República Rio-Grandense.

Tenho orgulho de ser gaúcho e vergonha de ser brasileiro. Sou separatista e acho que seríamos muito melhores independentes.

A revolução pregava a liberdade até dos escravos. Os Lanceiros Negros foram executados pelos imperialistas porque "atrapalhavam" a "Paz do Poncho Verde", porque os gaúchos não aceitava a escravidão e os imperiais não poderiam permitir... a solução: matar todo mundo!

O Rio Grande do Sul é conhecido como o celeiro do país, junto com o Paraná, pois somos os maiores produtores de grãos.

Fica aqui a minha homenagem ao povo gaúcho.

E, pra quem desejar, 16 interpretações do nosso hino: http://www.esnips.com/doc/c6e00846-73f2-41c5-bc2c-0049e45c822b/Hino_Rio-Grandense__16_interpretacoes_em_MP3

E, claro...

AH, EU SOU GAÚCHO!

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Vida ao contrário

A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina.
Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está, todo de trás pra frente.
Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.
Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo.
Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria.
Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara pra faculdade.
Você vai pro colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando...

E termina tudo com um ótimo orgasmo!!! Não seria perfeito?


Chaplin

E eu concordo!

Um dia...

Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra é bobagem.
Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela....
Um dia nós percebemos que as mulheres tem instinto "caçador" e fazem qualquer homem sofrer...
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...
Um dia percebemos que o comum não nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como o "bonzinho" não é bom...
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você...
Um dia saberemos a importância da frase: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas..."
Um dia percebemos que somos muito importantes para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas aí já é tarde demais...
Enfim... um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer tudo o que tem que ser dito naquele momento.
Não existe hora certa para dizer o que sentimos se quem estiver te ouvindo não te compreender, não te merecer...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras...
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.


Autor desconhecido

domingo, 17 de agosto de 2008

Serenata de Amor: paixão



Qualquer explicação é desnecessária...

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Quindim Na Portaria

Estava lendo o novo livro do Paulo Hecker Filho, Fidelidades, onde, numa de suas prosas poéticas, ele conta que, antigamente, deixava bilhetes, livros e quindins na portaria do prédio do Mario Quintana: “Para estar ao lado sem pesar com a presença”.
Há outras histórias e poemas interessantes no livro, mas me detive nesta frase porque o não pesar os outros com nossa presença é um raro estalo de sensibilidade.
Para a maioria das pessoas, isso que chamo de um raro estalo de sensibilidade tem outro nome: frescura.
Afinal, todo mundo gosta de carinho, todo mundo quer ser visitado, ninguém pesa com sua presença num mundo já tão individualista e solitário.
Ah, pesa.
Até mesmo uma relação íntima exige certos cuidados.
Eu bato na porta antes de entrar no quarto das minhas filhas e na de meu próprio quarto, se sei que está ocupado.
Eu pergunto para minha mãe se ela está livre antes de prosseguir com uma conversa por telefone. não faço visitas inesperadas a ninguém, a não ser em caso de urgência, mas até minhas urgências tive a sorte de que fossem delicadas.

Pessoas não ficam sentadas em seus sofás aguardando a chegada do Messias, o que dirá a do vizinho.
Pessoas estão jantando. Estão preocupadas.
Pessoas estão com o seu blusão preferido, aquele meio sujo e rasgado, que elas só usam quando ninguém está vendo.
Pessoas estão chorando.
Pessoas estão assistindo a seu programa de tevê favorito.
Pessoas estão se amando.
Avise que está a caminho.
Frescura, jura?
Então tá, frescura, que seja.

Adoro e-mails justamente porque são sempre bem-vindos, e posso retribuí-los sabendo que nada interromperei do lado de lá.
Sem falar que encurtam o caminho para a intimidade.
Dizemos pelo computador coisas que face a face seriam mais trabalhosas.

Por não ser ao vivo, perde o caráter afetivo?
Nem se discute que o encontro é sagrado.
Mas é possível estar ao lado de quem a gente gosta por outros meios.
Quando leio um livro indicado por uma amiga, fico mais próxima dela.
Quando mando flores, vou junto com o cartão.
Já visitei um pequeno lugarejo só para sentir o impacto que uma pessoa querida havia sentido, anos antes.
Também é estar junto.
Sendo assim, bilhetes, e-mails, livros e quindins na portaria não é distância: é só um outro tipo de abraço.

Martha Medeiros

Pode até ter alguma razão de ser, mas... não vamos esquecer de adicionar uma pitada de surpresa nas coisas que fazemos... Boas surpresas sempre são bem-vindas...

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Esses dias...

Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis. Uma história que aprendi na Índia me ensinou muito. O sujeito fugia de um urso e caiu em um barranco. Conseguiu se pendurar em algumas raízes. O urso tentava pegá-lo. Embaixo, onças pulavam para agarrar seu pé. No maior sufoco, o sujeito olha para o lado e vê um arbusto com um morango. Ele pega o morango, admira sua beleza e o saboreia. Cada vez mais nós temos ursos e onças à nossa volta. Mas é preciso comer os morangos.
de Roberto Shinyashiki

Eu comecei pelo final, mas isso já diz tudo.

A matéria, disponível em http://www.terra.com.br/istoe/1879/1879_vermelhas_01.htm, chama-se "Cuidado com os burros motivados". Caiu-me como uma luva.
- Qual o resultado disso?
- Paranóia e depressão cada vez mais precoces.
Me chamaram de "paranóico" esses dias. Se eu sou, realmente sou, pq eu não acho que os motivos sejam de paranóia... mas é aí que mora o perigo: um paranóico não sabe que é paranóico, sabe?

Uma coisa que, lendo, me doeu um pouco foi
O vice-presidente de uma das maiores empresas do planeta me disse: “Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir.” Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor?
Pois é, não chego a diretor, mas eu aprendo, quem sabe...

Outra questão é a clássica pergunta: "Qual o seu defeito?".
Eu já escrevi sobre o perfeccionismo, mas eu sei que eu tenho muitos outros. Eu sou baderneiro e desorganizado. Esses não são problema, aqueles que eu não acho que são defeitos, esses sim o são.

Mas o mais perfeito ainda está perdido lá no meio. Quem já me perguntou, sabe que eu não tenho mais um "super projeto", só pequenos objetivos a serem alcançados um pouquinho de cada vez. Eu disse que o segredo das coisas está nos detalhes, não nos grandes feitos. Algo que eu realmente acredito:
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você precisa ser feliz tomando sorvete, levando os filhos para brincar.
E aí? Topa um sorvete? ;)