sexta-feira, 24 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Novo xorg - problemas (e o retorno do notebook)
Meu notebook voltou da manutenção forçada de - sim, acredite - 6 meses e meio (entre vai-e-volta deu tudo isso). Como bom linuxer, instalei logo o Debian nele, com tudo novinho, pacotes atualizados (incluindo experimental, unstable e testing).
Já deu pra perceber que o boot está mais rápido e não precisa mais de gambiarras para a placa wifi funcionar (roda com driver nativo).
Mas as coisas boas pararam por aí. Assim que instalei o novo xserver-xorg (versão 7.4), comecei a ter problemas. Vamos às porcarias.
O Ctrl+Alt+Backspace não existe mais. Alguém conseguia pressinar essas 3 teclas ao mesmo tempo sem querer. Um comentário muito interessante é o do curl, no BR-Linux:
Sabe quem faz isso? O Firefox, que abre todas as abas que estavam abertas se vc "matar" ele, com um Session Restore. Concordo que deve ser bem mais complexo que só abrir sites da Web, mas que retirar funcionalidade é chato. Imagina como vai ser a vida do cara que vai tentar tunar o Xorg? Ou vai tentar configurar um driver novo?
Para funcionar (só depois do login, no GDM não vai funcionar), é preciso executar:
A configuração que falam por aí (DontZap) não funcionou comigo.
Colocar no ~/.xinitrc também não funcionou. Tem que criar um ~/.xsessionrc
Fonte: http://www.lunix.com.au/blog/xorg_dontzap/
Primeiro, o arquivo de configuração não e criado automaticamente. Só que, pra configurar o driver da NVidia, ele é necessário. Ainda bem que tem um programinha que cria um genérico, pra quebrar um galho (nvidia-xconfig)
Aí vc configura o teclado nele e... não funciona. Esqueça, simplesmente não funciona. A configuração deve ser feita no HAL (Hardware Abstraction Layer), em arquivos XML. Parece feito por programador Java...
No momento, todas as minhas configurações de teclado estão no usuário (configuradas dentro do XFCE). Ou seja, teria que reconfigurar tudo para cada usuário, e ainda não funcionaria no GDM.
Sinceramente, assim que surgir uma alternativa ao Xorg, eu vou testar.
Não bastasse isso, a atualização de BIOS da HP deixa o cooler do notebook o tempo todo ligado com potência máxima. Ou seja: torra bateria e faz barulho. Sim, bando de incompetentes os funcionários da HP...
Eu mereço...
Já deu pra perceber que o boot está mais rápido e não precisa mais de gambiarras para a placa wifi funcionar (roda com driver nativo).
Mas as coisas boas pararam por aí. Assim que instalei o novo xserver-xorg (versão 7.4), comecei a ter problemas. Vamos às porcarias.
1. Nada de Ctrl+Alt+Backspace
O Ctrl+Alt+Backspace não existe mais. Alguém conseguia pressinar essas 3 teclas ao mesmo tempo sem querer. Um comentário muito interessante é o do curl, no BR-Linux:
O argumento é que alguém pode apertar as teclas acidentalmente e daí você perde tudo o que estiver aberto no X.
No entanto acho que o problema está exatamente aí. Ao invés de desenvolverem uma forma de recuperar as janelas quando o X cai preferiram desabilitar a tecla de atalho para matar o X. :(
Sabe quem faz isso? O Firefox, que abre todas as abas que estavam abertas se vc "matar" ele, com um Session Restore. Concordo que deve ser bem mais complexo que só abrir sites da Web, mas que retirar funcionalidade é chato. Imagina como vai ser a vida do cara que vai tentar tunar o Xorg? Ou vai tentar configurar um driver novo?
Para funcionar (só depois do login, no GDM não vai funcionar), é preciso executar:
setxkbmap -option terminate:ctrl_alt_bksp
A configuração que falam por aí (DontZap) não funcionou comigo.
Colocar no ~/.xinitrc também não funcionou. Tem que criar um ~/.xsessionrc
Fonte: http://www.lunix.com.au/blog/xorg_dontzap/
2. Pouco respeito ao xorg.conf
Primeiro, o arquivo de configuração não e criado automaticamente. Só que, pra configurar o driver da NVidia, ele é necessário. Ainda bem que tem um programinha que cria um genérico, pra quebrar um galho (nvidia-xconfig)
Aí vc configura o teclado nele e... não funciona. Esqueça, simplesmente não funciona. A configuração deve ser feita no HAL (Hardware Abstraction Layer), em arquivos XML. Parece feito por programador Java...
No momento, todas as minhas configurações de teclado estão no usuário (configuradas dentro do XFCE). Ou seja, teria que reconfigurar tudo para cada usuário, e ainda não funcionaria no GDM.
Sinceramente, assim que surgir uma alternativa ao Xorg, eu vou testar.
Não bastasse isso, a atualização de BIOS da HP deixa o cooler do notebook o tempo todo ligado com potência máxima. Ou seja: torra bateria e faz barulho. Sim, bando de incompetentes os funcionários da HP...
Eu mereço...
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Wordpress - A Tentação
Instalei o Wordpress (http://br.wordpress.org/) em casa e fiz umas experiências. Até coloquei um site para os meus pais nele. Achei muito interessante.
Hoje, dou de cara com um vídeo. Fiquei tentado...
Acho que vou dar só uma olhadinha... :)
Onde vi isso: http://www.meiobit.com/meio-bit/internet/opcoes-para-trabalho-colaborativo
Hoje, dou de cara com um vídeo. Fiquei tentado...
Acho que vou dar só uma olhadinha... :)
Onde vi isso: http://www.meiobit.com/meio-bit/internet/opcoes-para-trabalho-colaborativo
domingo, 19 de julho de 2009
Hello World no Flex - MXML
O que vc vai precisar:
- Adobe Flex SDK 4
Faça download em http://opensource.adobe.com/flex
Eu estou usando a versão 4.0 Beta 1 (é o ZIP com mais de 100MB)
- ant 1.7.0
O de sempre:
apt-get install ant
Descompacte a SDK em algum lugar. Eu coloquei em /opt/flex_sdk
Dentro desse diretório, descompacte também o arquivo runtimes/player/10/lnx/flashplayer.tar.gz (se usar windows, não precisa, mas vai ter que colocar ".exe" em tudo quanto é canto)
Talvez vc precise acertar as permissões (leitura para todos, execução no "bin/*" e no "runtimes/player/10/lnx/flashplayer/flashplayer". Eu precisei. (Dica para dar permissão em todos os diretórios de 1x: "find . -type d -exec chmod uog+x {} \;")
Agora é preciso criar um diretório com o código Flex. É, na verdade, apenas um "hello world" com um MXML. No Flex, a interface fica em um XML e o código é em Action Script. Particularmente, gosto de separação assim (lembra o Glade e a libglade).
Arquivo HelloWorld.mxml
Sim, só isso, é um hello world basicão mesmo.
Agora a parte do ant. Isso é opcional, mas permite evitar repetir muitas vezes os mesmos comandos. Para isso, criamos um arquivo chamado build.xml
Arquivo build.xml
O que temos aqui... vejamos:
"<project>" é só a identificação do projeto.
o "default" é a ação ("target") que será executado quando chamarmos o ant sem argumentos
"<property>" funciona como uma veriável que podemos usar depois, nos comandos. Assim, ficou centralizado a localização do SDK e do FlashPlayer.
"<target>" é cada uma das ações que podemos executar com o ant.
No fim, isso só vai chamar o "mxmlc" (que é o compilador) com um parâmetro indicando para criar o arquivo "HelloWorld.swf" a partir do "HelloWorld.mxml".
Para compilar, é só chamar:
Para executar dentro do flash player:
Era isso.
Documentação da Adobe (incluindo o Flex):
http://livedocs.adobe.com
Fontes:
https://admin.adobe.acrobat.com/_a200985228/p77346236/ (é um screencast em pt-BR)
http://eclipse.sys-con.com/node/309503
http://www.nutrixinteractive.com/HelloWorld/srcview/source/HelloWorld.mxml.html
- Adobe Flex SDK 4
Faça download em http://opensource.adobe.com/flex
Eu estou usando a versão 4.0 Beta 1 (é o ZIP com mais de 100MB)
- ant 1.7.0
O de sempre:
apt-get install ant
Descompacte a SDK em algum lugar. Eu coloquei em /opt/flex_sdk
Dentro desse diretório, descompacte também o arquivo runtimes/player/10/lnx/flashplayer.tar.gz (se usar windows, não precisa, mas vai ter que colocar ".exe" em tudo quanto é canto)
Talvez vc precise acertar as permissões (leitura para todos, execução no "bin/*" e no "runtimes/player/10/lnx/flashplayer/flashplayer". Eu precisei. (Dica para dar permissão em todos os diretórios de 1x: "find . -type d -exec chmod uog+x {} \;")
Agora é preciso criar um diretório com o código Flex. É, na verdade, apenas um "hello world" com um MXML. No Flex, a interface fica em um XML e o código é em Action Script. Particularmente, gosto de separação assim (lembra o Glade e a libglade).
Arquivo HelloWorld.mxml
<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<mx:Application xmlns:mx="http://www.adobe.com/2006/mxml" backgroundColor="red">
<mx:Label text="Hello world!" color="white"/>
</mx:Application>
Sim, só isso, é um hello world basicão mesmo.
Agora a parte do ant. Isso é opcional, mas permite evitar repetir muitas vezes os mesmos comandos. Para isso, criamos um arquivo chamado build.xml
Arquivo build.xml
<project name="HelloWorld" default="compile">
<property name="sdkdir" value="/opt/flex_sdk"/>
<property name="flashplayer" value="${sdkdir}/runtimes/player/10/lnx/flashplayer"/>
<property name="flex.mxmlc" value="${sdkdir}/bin/mxmlc" />
<property name="dest.dir" value="./bin" />
<target name="init">
<delete dir="${dest.dir}" />
<mkdir dir="${dest.dir}" />
</target>
<target name="compile" depends="init">
<exec executable="${flex.mxmlc}" failonerror="true">
<arg line="-output '${dest.dir}/HelloWorld.swf'"/>
<arg line="HelloWorld.mxml"/>
</exec>
</target>
<target name="run">
<exec executable="${flashplayer}" failonerror="true">
<arg line="'${dest.dir}/HelloWorld.swf'"/>
</exec>
</target>
</project>
O que temos aqui... vejamos:
"<project>" é só a identificação do projeto.
o "default" é a ação ("target") que será executado quando chamarmos o ant sem argumentos
"<property>" funciona como uma veriável que podemos usar depois, nos comandos. Assim, ficou centralizado a localização do SDK e do FlashPlayer.
"<target>" é cada uma das ações que podemos executar com o ant.
No fim, isso só vai chamar o "mxmlc" (que é o compilador) com um parâmetro indicando para criar o arquivo "HelloWorld.swf" a partir do "HelloWorld.mxml".
Para compilar, é só chamar:
ant
Para executar dentro do flash player:
ant run
Era isso.
Documentação da Adobe (incluindo o Flex):
http://livedocs.adobe.com
Fontes:
https://admin.adobe.acrobat.com/_a200985228/p77346236/ (é um screencast em pt-BR)
http://eclipse.sys-con.com/node/309503
http://www.nutrixinteractive.com/HelloWorld/srcview/source/HelloWorld.mxml.html
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Primeira vez no FISL - parte 2
Outra palestra que assisti no FISL 10 foi sobre a e-UNI, o projeto de educação à distância da UNIRIO. Eles fizeram um "fork" do moodle, mas agora estão colocando as modificações deles de volta no projeto original... algumas coisas dá para aproveitar.
Tudo ali é centrado numa agenda, que é a tela inicial do software. Ali estão avisos, datas de encontros e coisas assim.
Existe uma caisa de entrada de mensagens (uma pseudo-cópia do sistema de e-mail) separada para cada disciplina. Assim todo mundo tem 10 lugares diferentes para olhar (o ponto negativo) com tudo separado num contexto (o ponto positivo).
Na educação à distância, existe o problema de ninguém conhecer seus colegas. Eu fiz uma disciplina "semi-presencial" e fui descobrir colegas agora, só no fim do semestre. Não tem solução ainda. O mesmo acontece com o professor, mas pra isso tem solução: em um laboratório, eles gravam em vídeo a apresentação do professor. Assim os alunos ao menos sabe quem é o maluco que vai ensinar alguma coisa a eles... Ainda assim, o aluno se sente distante do conteúdo.
Um chat só acontece agendado no ambiente e com assunto previamente definido. Foi a forma encontrada para não perderem o foco nas discussões.
A forma de organização do conteúdo deles é diferente. O conteúdo em PDF foi separado em diversos arquivos HTML e indexados. Pra quem entende, um Ctrl+F num PDF resolve, mas e pra quem não entende?! Além disso, HTML é muito mais leve do que o PDF...
Outras coisas que eles separaram foi o Fórum. Criaram um "Tira-dúvida", que - imagino - deve funcionar como uma FAQ.
Uma coisa importante a não fazer é deixar retrabalho para o professor. Em outras palavras: acerte de primeira.
No fim, o grande diferencial é que estão tentando variar as formas de interação dos alunos, usando conteúdos multimídias. Isso é possível com uma metodologia para criação de conteúdo com esse objetivo. É o processo de "evangelizar os pedagogos", desenvolver o conteúdo em conjunto - técnico e professores - e voltados para disciplinas. Assim, o conteúdo torna-se reaproveitável.
Tudo isso pra dizer que esse deveria ser o caminho para que os professores utilizassem melhor os recursos "informáticos"... O ponto alto aqui é evangelizar os professores...
[aviso - post pode ser considerado chato e cheio de divagações. Esteja avisado]
Tudo ali é centrado numa agenda, que é a tela inicial do software. Ali estão avisos, datas de encontros e coisas assim.
Existe uma caisa de entrada de mensagens (uma pseudo-cópia do sistema de e-mail) separada para cada disciplina. Assim todo mundo tem 10 lugares diferentes para olhar (o ponto negativo) com tudo separado num contexto (o ponto positivo).
Na educação à distância, existe o problema de ninguém conhecer seus colegas. Eu fiz uma disciplina "semi-presencial" e fui descobrir colegas agora, só no fim do semestre. Não tem solução ainda. O mesmo acontece com o professor, mas pra isso tem solução: em um laboratório, eles gravam em vídeo a apresentação do professor. Assim os alunos ao menos sabe quem é o maluco que vai ensinar alguma coisa a eles... Ainda assim, o aluno se sente distante do conteúdo.
Um chat só acontece agendado no ambiente e com assunto previamente definido. Foi a forma encontrada para não perderem o foco nas discussões.
A forma de organização do conteúdo deles é diferente. O conteúdo em PDF foi separado em diversos arquivos HTML e indexados. Pra quem entende, um Ctrl+F num PDF resolve, mas e pra quem não entende?! Além disso, HTML é muito mais leve do que o PDF...
Outras coisas que eles separaram foi o Fórum. Criaram um "Tira-dúvida", que - imagino - deve funcionar como uma FAQ.
Uma coisa importante a não fazer é deixar retrabalho para o professor. Em outras palavras: acerte de primeira.
No fim, o grande diferencial é que estão tentando variar as formas de interação dos alunos, usando conteúdos multimídias. Isso é possível com uma metodologia para criação de conteúdo com esse objetivo. É o processo de "evangelizar os pedagogos", desenvolver o conteúdo em conjunto - técnico e professores - e voltados para disciplinas. Assim, o conteúdo torna-se reaproveitável.
Tudo isso pra dizer que esse deveria ser o caminho para que os professores utilizassem melhor os recursos "informáticos"... O ponto alto aqui é evangelizar os professores...
[continua...]
terça-feira, 30 de junho de 2009
Reforma ortográfica - só problemas
Conversa com o Lucas - programador e colega aqui da UCS - agora a pouco, na hora do almoço:
(12:29:30) Faiska: eu to com um problea
(12:29:37) Faiska: preciso implementar algo nessa logica
(12:29:39) Faiska: dois botoes
(12:29:47) Faiska: um inicia uma ação e o outro para a mesma ação
(12:29:50) Faiska: como faço isso?
(12:29:59) Faiska: terei que usar trheads?
Observem a frase: "dois botoes: um inicia uma ação e o outro para a mesma ação"
Conforme as regras da nova ortografia, temos:
Acentuação 4 - some o acento diferencial
Antes: Pára, péla, pêlo, pólo, pêra, côa
Depois: Para, pela, pelo, polo, pera, coa
Então a frase está correta, dentro do contexto... tudo certo. Agora: como vou saber se são 2 botões para fazer a mesma coisa ou se o segundo é para parar?
Se for mudar, muda pra melhor, p***!
Fonte das regras:
http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL936903-5604,00-IMPRIMA+GUIA+DA+REFORMA+ORTOGRAFICA.html
(12:29:30) Faiska: eu to com um problea
(12:29:37) Faiska: preciso implementar algo nessa logica
(12:29:39) Faiska: dois botoes
(12:29:47) Faiska: um inicia uma ação e o outro para a mesma ação
(12:29:50) Faiska: como faço isso?
(12:29:59) Faiska: terei que usar trheads?
Observem a frase: "dois botoes: um inicia uma ação e o outro para a mesma ação"
Conforme as regras da nova ortografia, temos:
Acentuação 4 - some o acento diferencial
Antes: Pára, péla, pêlo, pólo, pêra, côa
Depois: Para, pela, pelo, polo, pera, coa
Então a frase está correta, dentro do contexto... tudo certo. Agora: como vou saber se são 2 botões para fazer a mesma coisa ou se o segundo é para parar?
Se for mudar, muda pra melhor, p***!
Fonte das regras:
http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL936903-5604,00-IMPRIMA+GUIA+DA+REFORMA+ORTOGRAFICA.html
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Primeira vez no FISL
Essa está sendo a 10ª edição do FISL, mas pra mim ainda é a primeira.
Vamos começar pelo que senti falta: estandes do Google, Nokia (estava lá, mas discretamente junto com a QTopia) e Intel. Eu queria ver o Classmate Convertible da Intel...
Em compensação, tive agradáveis surpresas. E uma sorte ao escolher um workshop logo de cara. Vamos ao relato...
Primeiro, dei uma olhada na Arena de Programação. Começo a pensar se é ou não divertido participar... quem sabe um dia (se eu conseguir chegar lá, claro).

O primeiro estande que visitei foi o da Robótica Livre (http://www.roboticalivre.org/). Não tinha como ser diferente, já que lá estavam desmontando coisas e montando outras coisas (com montes de hardware espalhados por cima das mesas). Ali, entendi que robótica não é apenas formada por robôs. Ora, se o microondas toma decisões e interage com o usuário, pq não pode ser considerado parte da robótica?
Ali também surgiram várias ideias. A principal delas é propor uma disciplina de robótica (nesse novo contexto) na faculdade, mas não com Lego. A explicação é que o Lego já deixa boa parte de tudo pronto, não deixa a pessoa brincar direto com interfaces (paralela, serial ou usb) que existem no mundo real, além de deixar distante da criação das próprias peças. Além disso, já imaginou fazer um trabalho que ao invés de conectar com um hardware "mistico" (bancada digital construída pelo professor) fosse um hardware que a gente mesmo montasse?! (qualquer referência à disciplina "Orgnanização e Arquitetura de Computadores 3" não é mera coincidência)

No próprio site da Robótica Livre estão os fontes dos projetos, material didático e uma lista de discussão.
Nesse mesmo estande, quando eu estava lá, quem aparece? Jon "Maddog" Hall. E pede para bater uma foto DE MIM. Claro que depois eu pedi para bater uma com ele, mas... o cara adora fotografia (e, sim, é claro que fiquei com inveja da câmera dele, mas fiquei de várias lá...). Posso não conhecer muito do Maddog, mas gosto do pouco que conheço. O cara é muito tranquilo e ouviu atentamente a explicação dos caras que estavam ali, montando uns robôs. Ele não é arrogante como uns caras que circulam por aí... (nota mental: melhorar meu inglês o suficiente para entender tudo o que ele diz).

Agora, sim, o relato do workshop. Entramos e saímos num intervalo de mais ou menos 15 minutos. O assunto era Python e o BlueZ (http://org.csail.mit.edu/pybluez/), uma API de comunicação bluetooth em Python. No caso, o desenvolvimento foi para o Zagaia (http://zagaia.org), do INdT, usando o BlueHI (http://portal.fucapi.edu.br/nepcomp/zagaia/bluehi.html) e o PC Remote (http://portal.fucapi.edu.br/nepcomp/zagaia/pcremote.html). Comentaram também o uso do LightBlue. O resultado era um uso dos tablets da Nokia para apresentações, ver vídeos, etc (caso do BlueHI) e controlar o PC remotamente (caso so PC Remote).
A sorte foi ter achado uma única "apresentação" do Workshop e ter sido algo interessante, mesmo que não planejado.
Vamos começar pelo que senti falta: estandes do Google, Nokia (estava lá, mas discretamente junto com a QTopia) e Intel. Eu queria ver o Classmate Convertible da Intel...
Em compensação, tive agradáveis surpresas. E uma sorte ao escolher um workshop logo de cara. Vamos ao relato...
Primeiro, dei uma olhada na Arena de Programação. Começo a pensar se é ou não divertido participar... quem sabe um dia (se eu conseguir chegar lá, claro).

O primeiro estande que visitei foi o da Robótica Livre (http://www.roboticalivre.org/). Não tinha como ser diferente, já que lá estavam desmontando coisas e montando outras coisas (com montes de hardware espalhados por cima das mesas). Ali, entendi que robótica não é apenas formada por robôs. Ora, se o microondas toma decisões e interage com o usuário, pq não pode ser considerado parte da robótica?
Ali também surgiram várias ideias. A principal delas é propor uma disciplina de robótica (nesse novo contexto) na faculdade, mas não com Lego. A explicação é que o Lego já deixa boa parte de tudo pronto, não deixa a pessoa brincar direto com interfaces (paralela, serial ou usb) que existem no mundo real, além de deixar distante da criação das próprias peças. Além disso, já imaginou fazer um trabalho que ao invés de conectar com um hardware "mistico" (bancada digital construída pelo professor) fosse um hardware que a gente mesmo montasse?! (qualquer referência à disciplina "Orgnanização e Arquitetura de Computadores 3" não é mera coincidência)

No próprio site da Robótica Livre estão os fontes dos projetos, material didático e uma lista de discussão.
Nesse mesmo estande, quando eu estava lá, quem aparece? Jon "Maddog" Hall. E pede para bater uma foto DE MIM. Claro que depois eu pedi para bater uma com ele, mas... o cara adora fotografia (e, sim, é claro que fiquei com inveja da câmera dele, mas fiquei de várias lá...). Posso não conhecer muito do Maddog, mas gosto do pouco que conheço. O cara é muito tranquilo e ouviu atentamente a explicação dos caras que estavam ali, montando uns robôs. Ele não é arrogante como uns caras que circulam por aí... (nota mental: melhorar meu inglês o suficiente para entender tudo o que ele diz).

Meio tremida, mas está valendo. Ah, o de barba é o Maddog ;)
Agora, sim, o relato do workshop. Entramos e saímos num intervalo de mais ou menos 15 minutos. O assunto era Python e o BlueZ (http://org.csail.mit.edu/pybluez/), uma API de comunicação bluetooth em Python. No caso, o desenvolvimento foi para o Zagaia (http://zagaia.org), do INdT, usando o BlueHI (http://portal.fucapi.edu.br/nepcomp/zagaia/bluehi.html) e o PC Remote (http://portal.fucapi.edu.br/nepcomp/zagaia/pcremote.html). Comentaram também o uso do LightBlue. O resultado era um uso dos tablets da Nokia para apresentações, ver vídeos, etc (caso do BlueHI) e controlar o PC remotamente (caso so PC Remote).
A sorte foi ter achado uma única "apresentação" do Workshop e ter sido algo interessante, mesmo que não planejado.
[continua, mas agora vou dormir para acordar... amanhã tem mais FISL 10]
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